O ano é 1999, a vontade de começar a andar de skate deixa de ser apenas vontade e se torna rotina, na rua, com um grupo

de amigos, alguns palquinhos e canos feitos na base do improviso e do "do it yourself". Não precisou de muito tempo para

assimilar ali, a ideia do que o skate é.

Quando andamos, agredimos a matéria, a madeira, o aço, o poliuretano, a borda de mármore, o coping. Agredimos a propriedade,

privada e pública. Ao mesmo momento, por outro ângulo, estamos agredindo as normas, o senso comum, o comportamento padrão,

o molde do que deveria ser aceito e visto como normal.

Agredimos nosso corpo também, muitas dolorosas vezes, mas não a alma! Em todo esse processo de agressão, algo é construído

em nossa alma. Para aprender as manobras, precisamos aprender para nós mesmos a persistência, a criatividade, a diversão, a superação

de adversidades, do medo e da dor. O ciclo de destruição e reconstrução se completa e se equilibra.

Esse é o espírito da Aggression.

 

 

 

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